Um agente de IA é adequado quando a tarefa tem objetivo delimitado, fontes confiáveis e uma saída segura para atendimento humano. Ele não deve receber autonomia irrestrita só porque consegue conversar bem.
Bons usos
- Responder dúvidas com base em documentação aprovada.
- Coletar dados iniciais e classificar o assunto.
- Resumir histórico para o atendente.
- Consultar status em sistemas autorizados.
- Sugerir respostas para revisão.
Quando não usar sozinho
Evite decisões de crédito, saúde, emprego, acesso a direitos, reembolsos relevantes ou qualquer ação irreversível sem controles apropriados. Dados pessoais, informação incerta e situações emocionalmente sensíveis exigem atenção adicional.
Arquitetura mínima
- Defina o que o agente pode e não pode fazer.
- Restrinja fontes e ferramentas.
- Valide identidade antes de expor dados.
- Registre ações e versões.
- Inclua limites de gasto e taxa.
- Ofereça transferência para uma pessoa.
- Avalie respostas com casos reais e adversariais.
Métricas úteis
Meça resolução correta, transferência, tempo, custo, satisfação e incidentes. Taxa de automação isolada pode incentivar o sistema a esconder problemas.
LGPD e transparência
Dados pessoais devem ter finalidade e proteção adequadas. A LGPD prevê direitos relacionados a decisões tomadas unicamente com tratamento automatizado que afetem interesses. Avalie o caso com apoio jurídico quando necessário.
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