Para migrar um site sem perder SEO, preserve a relação entre cada URL antiga e seu destino equivalente. O maior risco não é mudar tecnologia: é remover páginas, alterar caminhos e publicar redirects incorretos sem inventário.
Antes da migração
- Rastreie URLs, status, canonicals, títulos e links internos.
- Exporte páginas com cliques, impressões, backlinks e conversões.
- Crie um mapa antigo → novo, URL por URL.
- Defina o que permanece, consolida ou retorna 404/410.
- Teste o novo site bloqueado do público, sem perder acesso de QA.
Durante o lançamento
- Implemente redirects permanentes diretamente ao destino final.
- Remova noindex usado no ambiente de desenvolvimento.
- Atualize canonicals, links internos e sitemap.
- Preserve analytics e verificação do Search Console.
- Teste status, conteúdo, formulários e mobile.
O Google recomenda evitar muitas mudanças simultâneas quando possível. Redirects irrelevantes para a home podem ser tratados como soft 404. Redirects permanentes não causam perda de PageRank por si mesmos, mas precisam apontar para conteúdo equivalente.
Depois da migração
Envie o sitemap, inspecione páginas prioritárias e monitore indexação, erros, tráfego e servidor. Atualize links externos importantes. Mantenha redirects por pelo menos um ano; para usuários, pode fazer sentido mantê-los indefinidamente.
Checklist de aceite
- URLs prioritárias retornam 200.
- Antigas redirecionam em um salto.
- Não há noindex acidental.
- Canonical e sitemap usam URLs novas.
- Conteúdo mobile é equivalente.
- Conversões continuam registradas.
Veja também performance após a migração e o serviço de desenvolvimento de sites.
